Muerte y resurrección de Keynes (subtitulado en inglés)

1 comentário:

Bruno Ribeiro Barata disse...

Aqui está uma explicação académica simples e objetiva. Onde a moral da história é: não existe nada a fazer em cada país, apenas a EU pode mudar o estado atual das coisas, abandonando a sua ortodoxia monetarista, corrente de pensamento da qual O Ministro Vítor Gaspar é um acérrimo adepto.
Apesar da deceção de Passos Coelho não ter assinado a carta subscrita por 12 líderes europeus a apelar para uma política de crescimento e emprego, a opção é compreensível numa lógica ideológica.

No meu caso particular, considero-me um Keynesiano, principalmente porque acredito na política económica com intervenção do Estado.

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