Resposta aos comentadores do post anterior

Caros,

Para a mim a política não é uma carreira mas sim o cumprimento duma obrigação cívica, por isso não me sinto obrigado a ser politicamente correcto mas antes a defender a verdade e a ética na coisa pública. Espero que entendam que esta era a única forma que tinha de defender a verdade perante os eleitores, ainda assim sem causar grandes danos ao meu partido, a alternativa seria fazê-lo uma semana antes num jornal.
Ninguém disse que o que eu escrevi era mentira ou o rebateu minimamente, questionou-se apenas a oportunidade, fico contente por isso e peço que façam estas reflexões:
- É mau o Samuel escrever o que escreveu ou é mau o PS apresentar-se ao eleitorado mentindo sobre coisas tão elementares como as ocupações profissionais dos seus candidatos?
- Se esta ocupação em concreto não tem nenhum mal porque é que os responsáveis optaram pela mentira, ao invés de assumir a verdade?
Naturalmente a questão não é a ocupação de ninguém que está em causa mas antes a falta de preparação politica, é que desta candidata eunão conheço uma única linha escrita nem nunca ouvi um discurso (a menos que entendamos que um discurso se resume a pegar no microfone para dizer: o jantar de Sábado custa dez Euros ou o veículo com a matricula 15-23-xx está a bloquear a saída pede-se ao proprietário que o retire por favor).
Naturalmente que este tipo de militância é necessária  num partido, não o contesto minimamemnte, tenho é dúvidas da sua utilidade na Assembleia da República.
Para finalizar quero frisar que gosto de discutir política e não pessoas, aqui discutiu-se uma opção do PS e para mim essa opção tem apenas um responsável, e toda a critica aqui contida dirige-se apenas a ele, chama-se: Vitor Ramalho e auto intitula-se "o grande defensor da ética Repúblicana"...

4 comentários:

Ana disse...

Ok. Já percebi as suas “guerras de alecrim e manjerona” e peço-lhe que me perdoe dado que não sou militante do PS estar-me a imiscuir em assuntos partidários, mas mantenho a opinião de que se deve “lavar a roupa suja” em casa e além do mais a vida não está fácil para o PS veja-se o mapa do país como ficou quase todo laranja só o Alentejo é que ainda esta rosa, também é o preço de se ter sido governo.
Agora sou de opinião que o PS como partido “governante” deste país deve aproveitar o período que aí vem para uma profunda reflexão a começar, e, porque a mim me toca pessoalmente pelo concelho do Seixal. Aproveito e com atraso informa-lo que nas ultimas eleições autárquicas as escolhas foram a meu ver muito mal executadas em alguns casos vergonhosas mesmo, não imperou as competências, não sei quais os critérios utilizados. É tempo pois de repensar o que está mal e projectar um futuro ganhador.
Cumprimentos

Rogério Roque disse...

Caro Samuel,

Só não percebeu o intuito do teu post anterior quem não quis ou andou distraído!

Um abraço

Carmilde disse...

Caro Samuel,

És mesmo um brincalhão.

Um abraço

Anónimo disse...

Estou estupefacto. Em pleno século XXI, quase quarenta anos após o 25 de Abril, dirigentes de um Partido que se diz socialista, vêm com estes comentários para aqui. Não sei o que é pior. Se um partido que engana o eleitorado com a verdadeira profissão da sua candidata, ou se um eleito da Câmara Municipal, advogado de profissão, mas que conhece muito mal a sua língua materna, afirmar que as domésticas não têm capacidade para serem eleitas para a Assembleia de República.
Com o país nas mãos desta gente, não admira o estado a que isto chegou.
Tenham ao menos, uma ponta de vergonha!

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