Discursso de apresentação de Luís Ferreira a Presidente da Federação Distrital de Setúbal

Consulte em www.luisferreira2010.net

- Boa noite camaradas. Quero começar por agradecer a vossa presença, numa noite que se reveste de uma importância muito especial para o nosso Partido, no Distrito de Setúbal.
- Esta é a altura decisiva em que temos que nos unir em torno do objectivo comum de salvaguardar os valores essenciais que constituem o nosso património histórico. Espero, sinceramente, que a campanha que agora se inicia seja esclarecedora, e que o debate seja proveitoso para todos.
- Perante tantos rostos amigos e solidários não posso, nem quero, individualizar ninguém em particular. No entanto, faço questão de deixar aqui o testemunho público de agradecimento a tanta gente
2
que, ao longo dos últimos anos, nos tem ajudado a levar o partido para a frente e a voltarmos a ter esperança no futuro.
- Ontem, tive uma reunião com uma das Secções do Distrito, e um dos aspectos que mais foi salientado pelos nossos camaradas foi precisamente esta carga afectiva e fraterna que não podemos deixar desaparecer do nosso seio. É aqui, nesta casa, que tenho muitos dos meus amigos e companheiros de tantas batalhas. Gente solidária até aos ossos. Que não trai, que não vira a cara à luta e que acredita que é possível melhorar a vida de quem nos rodeia, sem pedir nada em troca.
- Este é o momento em que começo a pagar a dívida de gratidão que tenho para com tantos de vós. Como devem calcular, não podia recusar o desafio que me foi lançado por centenas de militantes de todo o distrito, e estou aqui, nesta noite, para apresentar a minha candidatura à Federação Distrital de Setúbal.
3
- Quero que fique muito claro, desde já, que esta candidatura reúne todas as condições para ser claramente ganhadora. Para aqueles que me conhecem, não há aqui jogos tácticos, não há aqui cedências no domínio dos princípios ou qualquer desejo de protagonismo.
- Acredito que vamos sair vencedores das eleições do próximo mês de Outubro, porque temos um projecto claro para o Partido e uma equipa dinâmica para o afirmar. Vamos ganhar porque temos razão. Mas não só. Vamos ganhar porque todos sabemos que o futuro não pode continuar a ser permanentemente adiado.
- Ao longo das últimas semanas, tenho vindo a contactar com centenas de militantes socialistas, e é para todos evidente a existência de um forte desejo de mudança nas pessoas que contactámos. Espero estar à altura da confiança que em mim foi depositada para representar aqueles que acham que o PS tem que, rapidamente, conseguir afirmar-se como a principal referência de
4
esquerda nas autarquias da região. Já o afirmei na carta que enviei aos militantes, e quero aqui voltar a reiterar o meu compromisso público: acredito ser possível fazer com que a maioria das nossas Câmaras passem a ser governadas pelo PS.
- Podia refugiar-me na crítica fácil ao estado em que o Partido se encontra no Distrito, mas entendo que todos temos um dever de solidariedade e de respeito para com os nossos camaradas da direcção federativa que, ao longo dos últimos quatro anos, deram o seu melhor para que o PS conseguisse alcançar as vitórias que há tanto tempo ambicionamos. No entanto, os resultados eleitorais não enganam, e todos reconhecemos que este é o momento em que precisamos de abrir novos horizontes e novas janelas de esperança.
- Pela minha parte, quero que saibam que tudo farei para que consigamos inverter este panorama pouco animador e voltar a merecer a confiança dos nossos concidadãos. Até ao limite das
5
minhas forças e energias, lutarei para afirmar os princípios e valores que nos levaram, a todos, a aderir ao Partido Socialista. Sei que posso contar com a vossa ajuda e apoio para conseguirmos vencer os enormes desafios que temos pela frente.
- Este é também o momento em que o PS tem que mudar de rumo no Distrito de Setúbal. Não é aceitável que o coração do nosso Partido, as Secções e as Concelhias, continuem por muito mais tempo sem receberem os apoios indispensáveis à sua actividade quotidiana. Quem percorre o Distrito de uma ponta à outra encontra muitos dos nossos camaradas desmotivados, porque não dispõem dos meios adequados para travar um combate directo com o PCP, que canaliza para aqui, para este Distrito, muitos dos seus recursos financeiros e humanos.
- Acredito que o Distrito de Setúbal não está condenado a ser governado pelo PCP, mas sei que para que isso não continue a
6
acontecer temos que reestruturar profundamente os nossos métodos de trabalho e organização.
- É fundamental estabelecermos um modelo de financiamento que assegure às estruturas locais um patamar mínimo de funcionamento. Enquanto fui Presidente da Concelhia do Barreiro, conseguimos criar um conjunto de mecanismos de financiamento que nos permitem, ainda hoje, ter um orçamento anual de algumas dezenas de milhares de euros. E isto foi também conseguido através da responsabilização dos nossos camaradas que são eleitos para cargos autárquicos, ou de âmbito nacional, e que têm a responsabilidade, evidente, de ajudar o nosso Partido a progredir em cada Concelho.
- No entanto, quero que todos reflictamos sobre a forma como a estrutura do Largo do Rato tem acabado por tratar as Concelhias e as Secções. Não me parece viável que continuemos com uma forma de intervenção política que investe milhões de euros nos
7
períodos das campanhas eleitorais, muitas das vezes com resultados altamente questionáveis, e que não olha, com a devida atenção, para que o se está a passar ao nível da militância de base. Não podemos perder aquele que deve ser o centro da acção partidária, dado que esta é a única forma através da qual acredito ser possível promovermos uma maior aproximação dos nossos concidadãos.
- Entre uma campanha de outdoors ou um spot televisivo a que ninguém dá grande atenção, e uma aposta séria na requalificação das nossas sedes e no seu apetrechamento informático, não tenho grandes dúvidas sobre o caminho que devemos trilhar. Não faz grande sentido que, neste Distrito, em treze Concelhias, apenas quatro tenham um site em funcionamento, quando seria muito fácil ao Partido disponibilizar uma plataforma que gerasse automaticamente uma rede de sites. Aliás, isso já acontece na Juventude Socialista, e não vejo por que razão continuamos com este problema básico, à espera de uma solução básica.
8
- Entendo que cabe ao Presidente da Federação, e ao seu Secretariado, um papel essencial na reforma do funcionamento do Partido a nível local. Mais do que discutirmos a metafísica da globalização, ou os valores da esquerda moderna, cabe-nos, enquanto dirigentes partidários, o dever de apresentar, junto da direcção nacional, aquelas que são as enormes dificuldades por que passam muitas das nossas estruturas locais.
- Se queremos atrair novos militantes e formar novos quadros políticos, temos que lhes dar as condições mínimas para trabalhar. Há uns anos atrás, lembro-me de ter que reunir com os nossos autarcas num café, uma vez que nem sede tínhamos para realizar esse tipo de reuniões. Isto é inconcebível e inaceitável.
- Por outro lado, não me resigno a que não se invista seriamente na formação política dos nossos autarcas e jovens militantes. Nos últimos quatro anos, penso que foram feitas duas ou três acções
9
deste género em todo o Distrito, enquanto que, em apenas dois anos, no Barreiro, fizemos mais de 10 sessões de formação autárquica, que obedeciam a uma estratégia clara, e abarcavam as mais diversas áreas. Temos que colocar um ponto final nesta perversão, que faz com que muitos dos nossos autarcas, após as eleições, acabem por ser quase que abandonados à sua sorte. Temos que ser solidários com quem trabalha e, sobretudo, devemos apostar na continuidade das equipas eleitas.
- Não devemos continuar a desperdiçar o enorme capital humano que temos ao nosso dispor, em todos os Concelhos do Distrito. É praticamente uma inevitabilidade que todas as moções de orientação estratégica venham a incluir um ponto relativo à formação de uma rede de gabinetes de estudo, que faça incidir a sua acção sobre um conjunto de áreas específicas. Porém, o problema que temos pela frente não passa apenas pela criação destas estruturas no papel. Há que dar aos nossos camaradas condições para trabalharem, e evitar que, em muitos dos casos, se
10
faça apenas uma reunião de trabalho, sem que se dê continuidade aos trabalhos iniciados.
- Como alguns de vocês sabem, gosto de apresentar moções de orientação bastante detalhadas. Faço isso porque quero que a minha acção, no decurso de cada mandato, seja devidamente escrutinada por todos os militantes. Prestar contas não se resume ao auto-elogio em torno de um trabalho que não se fez. Cada ponto da moção que vamos apresentar vai ter uma correspondência directa com a realidade do trabalho que vamos desenvolver. Caso contrário, tirarei daí as devidas ilações e, se vier a ser eleito Presidente da Federação, considerarei que não tenho condições para me recandidatar.
- Nós sempre defendemos um partido de proximidade e a assumpção clara de compromissos. E, já agora, a esse propósito, quero desde já assumir que sou um acérrimo defensor das primárias como método de escolha dos candidatos a todas as
11
eleições. São os militantes do Distrito, e de cada Concelho, que sabem quem são aqueles que estão em melhores condições para nos representar junto das populações. Não aceitarei que estas escolhas sejam feitas em círculo fechado e, frequentemente, ao arrepio daqueles que são os patamares mínimos de bom senso. Custa-me a perceber que o Concelho do Seixal, ou o Litoral Alentejano, não tenham tido, nas últimas legislativas, um lugar nos dez primeiros das listas que apresentámos. Não entendo e não aceito estas opções.
- Nesses locais, temos pessoas com imensa capacidade, e a própria realidade de todos esses Concelhos exigia um outro tipo de comportamento e atitude. Caso seja eleito Presidente da Federação, também aqui as coisas vão ter que mudar.
- Não podemos acusar a CDU de falta de participação da população nas escolhas decisivas de cada Concelho, sem internamente mudarmos o nosso modo de actuação. A esse
12
respeito, defendo há alguns anos que temos que ter a capacidade de reinventar a democracia, introduzindo novos mecanismos de participação, como os referendos locais ou os orçamentos participativos. A Federação de Setúbal tem que ter, a este respeito, uma posição que não suscite qualquer tipo de dúvidas.
- E é também por isso que me parece ser essencial definirmos um projecto autárquico que, respeitando as diferenças próprias de cada um dos concelhos, constitua a nossa imagem de marca no Distrito. A este respeito, entendo que não tem sido feita a devida divulgação do trabalho que tem sido desenvolvido nas câmaras em que lideramos os executivos municipais, como é o caso do Montijo, Alcácer ou Grândola. Ainda muito recentemente, desloquei-me ao Montijo e, ao dar um simples passeio pela sua zona ribeirinha, voltei a constatar o excelente trabalho que está a ser desenvolvido pela camarada Amélia Antunes.
13
- No distrito de Setúbal, temos obra para apresentar, e fazemos muito diferente, para melhor, do que a CDU. Provavelmente, não temos tido é a capacidade para divulgar este trabalho e afirmar um projecto de clara diferença com o desgoverno que tem caracterizado a actuação de muitas das câmaras lideradas pelo PCP.
- Para ganharmos de forma evidente as próximas autárquicas temos que começar, desde já, a debater conceitos tão importantes como a participação, as políticas sociais, o carácter estratégico da cultura, o modelo de desenvolvimento económico e o próprio ordenamento do território.
- Todos temos consciência dos problemas graves que se vivem em várias zonas do Distrito. Nas últimas décadas, sofremos um processo de desindustrialização acelerado, sem que tivesse existido a capacidade de criar mais emprego ou fixar novas empresas no Distrito.
14
- Esse é um dos dramas que temos pela frente. Grande parte das pessoas que residem na Península de Setúbal trabalha em Lisboa e consome uma parte considerável das suas vidas nas filas de trânsito para chegar ao seu local de trabalho. E isto cria um fenómeno de desenraizamento que nos tem criado múltiplos problemas no modelo de desenvolvimento da própria Área Metropolitana de Lisboa.
- É por isso que os investimentos públicos que se encontram previstos pelo Governo assumem um carácter de tão grande importância. E, já agora, deixem-me sublinhar que, ao contrário do que alguns dizem, este não é um favor que nos estão a fazer. Este Distrito contribuiu, durante várias décadas, para a criação de riqueza a nível nacional, tendo como retribuição, muitas das vezes, graves problemas ambientais e sociais que ainda estão por resolver em toda a sua dimensão.
15
- Como é evidente, estamos conscientes do contexto de crise económica em que vivemos e das fortes restrições financeiras que existem. No entanto, que ninguém espere que deixemos de defender a construção do novo Aeroporto de Lisboa, da Terceira Travessia do Tejo ou da Plataforma Logística do Poceirão. Até porque estes são investimentos essenciais para a própria recuperação económica do País e têm um impacto muito positivo, não só na criação de empregos, mas também na própria revitalização do tecido empresarial.
- O que não podemos continuar a ter é esta maldição que se abateu sobre todos nós e que faz com que muitas das Câmaras comunistas tenham como único objectivo dar vazão à especulação imobiliária. Quem visita algumas das freguesias e bairros do Distrito rapidamente percebe do que estamos a falar.
- Que qualidade de vida pode ter quem não tem ao seu redor um único espaço verde e em que a altura dos prédios e a exiguidade
16
das ruas chega a tapar a luz do sul? Não podemos continuar por este caminho suicida. O nosso parque habitacional é manifestamente superior à procura existente. Estamos saturados de edifícios sem qualquer qualidade arquitectónica e em que as habitações são exíguas.
- Enquanto isto se passa, grande parte dos nossos centros históricos e zonas ribeirinhas continua por reabilitar e explorar. Tenho este defeito de fabrico de insistir em ter esperança no futuro e vejo com muito agrado o projecto que está a ser desenvolvido pelo camarada Fonseca Ferreira à frente do Arco Ribeirinho. O caminho que devemos trilhar é precisamente esse. Temos que assegurar que, nos espaços urbanos, convivam múltiplas valências, como a habitação, o emprego e as áreas de lazer. Temos que aproveitar esta oportunidade para começar a dar a volta a isto, e a Federação deve iniciar um debate sério em torno destas matérias.
17
- Às vezes, acabamos por nos esquecer do que está verdadeiramente em causa na política e na actividade partidária. Mais do que os jogos de bastidores ou os interesses pessoais, o que verdadeiramente está importa é conseguirmos transformar a realidade que nos rodeia, é termos a capacidade de dar resposta aos problemas das populações. Para nós, esse é o único objectivo que nos move: servir o interesse público, dar esperança a quem desespera, ajudar quem sofre a superar as suas dificuldades.
- Neste momento de crise económica e social, quero também aproveitar esta oportunidade para fazer uma referência a todos aqueles que sofrem a tormenta do desemprego e que vivem sobre o espectro inquietante da pobreza. Doa a quem doer, eu não me conformo com a existência de 150 mil pessoas no Distrito a viverem no limiar da pobreza. Não contem comigo para ocultar esta realidade e deixar de estender a mão a muitos destes cidadãos que não têm voz e não têm quem os defenda.
18
- Todos reconhecemos os progressos que, neste domínio, foram feitos no Governo liderado pelo nosso camarada José Sócrates, mas temos também a consciência de que vivemos tempos difíceis para muita gente, pessoas a quem não devemos, nem podemos, virar as costas.
- Era o que faltava vir agora o PSD dar-nos lições de modernidade e colocar em causa muitos dos nossos direitos fundamentais. Ser-se moderno não é caucionar a miséria, a precariedade no emprego, ou negar aos portugueses o acesso à saúde. Não contem com o Partido Socialista para fazer regressar o País à realidade social que marcou grande parte do século XX. Nós sabemos que a exclusão social é boa para alguns fazerem uns negócios. Mas sabemos também que os portugueses não se vão deixar enganar por quem assim pensa.
- Ao longo desta campanha eleitoral, não deixarei de fazer referência - e de alertar - para o aumento preocupante que se tem
19
registado nos números do desemprego na região, ou para a forma como a exclusão social está a atingir os grupos sociais mais frágeis, como os idosos e as crianças.
- Se me permitem uma nota mais pessoal, tenho ainda presente o dia em que decidi entrar para o Partido Socialista. Há quase 20 anos atrás, lembro-me de estar em casa a ler um livro e ter sido atingido por uma frase que, provavelmente, terá mudado a minha vida. A propósito da felicidade, um autor que infelizmente anda um pouco esquecido, Albert Camus, escreveu que “a miséria impediu-me de acreditar que tudo está bem debaixo do sol e na história”. Camaradas, não podemos perder a nossa alma. O centro da acção política tem que estar no combate à exclusão social e à pobreza.
- As coisas aqui são simples. Felizmente, não há muito que enganar. Os campos nesta área estão delimitados há muito. Vejam só este exemplo paradigmático: bastou que o PSD começasse a
20
subir nas sondagens, para que se sentisse de novo à vontade para insistir na ortodoxia neoliberal que nos levou ao desastre que estamos a viver.
- Todos temos consciência de que se avizinham tempos muito difíceis. A médio prazo, o País pode vir a ser confrontado com um cenário de instabilidade política que, se assim for, agravará, ainda mais, a crise que estamos a atravessar. Nesse sentido, é essencial termos a consciência de que o combate das Presidenciais é fundamental para a consolidação do nosso projecto. Em caso de reeleição do actual Presidente da República, já todos percebemos que a situação política se vai complicar consideravelmente.
- Eu percebo e aceito que, num partido democrático, se coloquem objecções às escolhas que são feitas. Isso é saudável e é aí que radica a liberdade individual. O que não me parece ser aceitável é que dirigentes, com enormes responsabilidades na estrutura do
21
partido, queiram transformar estas eleições num ajuste de contas com o passado.
- Para que seja evidente aquilo que estou a dizer, o nosso apoio ao camarada Manuel Alegre será inequívoco. Nós, socialistas, não abandonamos, a meio de um combate, quem dá a cara por nós. Isto chama-se solidariedade. Como alguém refere muitas vezes, e pratica muito pouco, este é que é o verdadeiro sentimento de pertença ao Partido.
- Ainda todos nos lembramos do desastre que foi - e está a ser - o cavaquismo em Portugal. Tenho ainda muito presente as cargas policiais que atingiram todos aqueles que se queriam manifestar nas décadas de 80 e 90. Já alguém se esqueceu dos milhões de euros que foram desperdiçados em detrimento do desenvolvimento económico do País? Nós temos memória. E, mesmo que isso possa não agradar a alguns, vamos marcar presença na campanha das próximas presidenciais. Aqui, ninguém vira a cara à luta.
22
- Sei que há traços que são comuns a muitas das pessoas que nos apoiam em todo o distrito: A determinação. A coragem de mudar. O desejo de melhorar a vida daqueles que sofrem. A solidariedade de quem apoia, sem esperar nada em troca.
- Perguntem-me agora se eu acho que vamos ganhar. E eu respondo-vos que temos que ganhar as próximas eleições para a Federação. É fundamental recuperarmos rapidamente os cinquenta mil votos que perdemos nas últimas legislativas. O Distrito precisa que nos afirmemos como principal força autárquica na região.
- Acredito que é possível mudar. Estou certo de que o futuro começou hoje, aqui. Não tenho uma única dúvida de que, em Outubro próximo, vamos ter uma boa surpresa.
23
- No entanto, todos sabemos que não existem homens isolados ou providenciais. Nesta sala, começámos a recuperar a esperança. Estou certo de que me acompanharão numa vitória que será de todos nós.
Vamos ganhar, camaradas!
Setúbal, 27 de Julho de 2010

5 comentários:

Hugo Valadares disse...

Era interessante que os leitores deste blogue dessem uma vista de olhos em http://aparagem18.blogspot.com
ou então aqui:
http://aparagem18.blogspot.com/2010/08/ha-individuos-que-na-defesa-das-suas_06.html

António Cardoso disse...

Em directo, acompanhem o seu nascimento...

www.ViverPinhaldoGeneral.blogspot.com

Divirtam-se...
D+ Pelo Pinhal do General!

António Cardoso

António Cardoso disse...

O EVENTO ESTÁ A NASCER...

"D + VERDE AO PINHAL" num ambiente de "CONVIVER ++"

www.viverpinhaldogeneral.blogspot.com

Apoiante L.F. disse...

Chegou a hora,de correr com as elites e os lobbies existentes na distrital actual,a grande responsavél pelos maus resultados autarquicos ultimos no distrito.

Anónimo disse...

Já não era sem tempo de aparecer alguem, com coragem para enfrentar os tubarões.

Google