VEREADORES SOCIALISTAS DA CÂMARA DO SEIXAL ACUSAM PRESIDENTE DE MENTIR QUANTO A ARQUIVAMENTO DO PROCESSO QUE CORRIA CONTRA SI NO TRIBUNAL DE CONTAS


A imprensa tornou público que o Senhor Presidente da Câmara Municipal do Seixal Alfredo Monteiro, com vista a por termo a um processo que corria contra si nos serviços do Ministério Público junto do Tribunal de Contas, pagou uma coima de cerca de €:1.500,00, referente a duas infracções financeiras por violação de regras da contratação pública. A referida multa foi paga em 26/10/2009, tendo o Senhor Presidente da Câmara afirmado em diversas Sessões de Câmara posteriores aquela data que o processo tinha sido arquivado por não terem sido cometidas as ilegalidades apontadas no Relatório da Inspecção de Finanças.
O Senhor Presidente da Câmara tendo pago voluntariamente a multa reconheceu ter praticado as ilegalidades referenciadas no relatório da Inspecção Geral de Finanças e mentiu à Vereação querendo-lhes fazer crer que não tinha cometido nenhuma ilegalidade.
Os Vereadores do Partido Socialista repudiam a falta de seriedade demonstrada e manifestam grande preocupação pela forma como está a ser gerida a Câmara Municipal. Querem saber se as ilegalidades de natureza financeira, que vinham sendo cometidas ao longo de vários anos, pelo menos desde 1996, foram já corrigidas e em que termos.
Mais afirmam os Vereadores Socialistas que o argumento utilizado pelo Senhor Presidente da Câmara para justificar as verbas pagas a uma prestadora de serviços, como tendo sido executado trabalho suplementar em praticamente todos as sábados, domingos e feriados entre os anos de 2003 a 2007, à razão de 10h por dia, além de ser falso, é bem demonstrativo dos artifícios utilizados para contornar a lei.
Os Vereadores do Partido Socialista exigem boas práticas de gestão na Câmara Municipal e repudiam estas práticas gestionárias manifestamente violadoras dos mais elementares princípios de legalidade, transparência e equidade na forma como são remunerados alguns colaboradores, numa clara situação de favorecimento.
Os Vereadores Socialistas questionam se desta vez o Partido Comunista vai ignorar o que se passa na Câmara do Seixal ou, se pelo contrário, vai dizer a Alfredo Monteiro que se deve demitir dando lugar ao seu Vice-presidente.

10 comentários:

Pensar o Seixal no Século XXI disse...

O exercício de cargos públicos obriga a que os seus titulares executem sempre as suas funções de forma clara e cabal. No caso em concreto o mesmo significa que o edil local tem de esclarecer totalmente os contornos deste caso. De outra forma o que aconteceu nunca ficará totalmente evidente.

Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

Anónimo disse...

Já é tempo de se demitir ou alguem demitir este Presidente de Câmara do Seixal que desde que tomou posse tem valido tudo. Só é pena que as instituições neste país não funcionem porque se funcionassem há muito que este Sr. Alfredo Monteiro já tinha perdido o mandato.

Anónimo disse...

Alfredo Monteiro tem sido, por diversas vezes, desmentido pela oposição, procurando sempre inventar desculpas, que, como se vê, não são verdade.Um presidente mentiroso cumpulsivo, como é o caso, devia ser afastado do cargo, o partido, claro, tem duas verdades, a da CDU, e a dos outros. Sendo que a da CDU, é a chamada "mentira da verdade"

manuel conde
amora

Rui Cabral disse...

Casa arrumada, meus srs?

"António Barreto descreve o perfil do actual Primeiro-Ministro.

'Sócrates, o ditador'

por António Barreto

Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração.
Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com zelo, se exceder.
Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar.
Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido.
Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.
Onde estão os políticos socialistas ?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado?
Uns saneados, outros afastados.
Uns reformaram-se da política, outros foram encostados.
Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão.
Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro.
Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo.
Manuel Alegre resiste, mas já não conta.
Medeiros Ferreira ensina e escreve.
Jaime Gama preside sem poderes.
João Cravinho emigrou.
Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe.
António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão.
Almeida Santos justifica tudo.
Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se!
Alberto Martins apagou-se.
Mário Soares ocupa-se da globalização.
Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores.
João Soares espera.
Helena Roseta foi à sua vida independente.
Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância.
O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado.
Os sindicalistas quase não existem.
O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice.
O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista.”

Continua…

Rui Cabral disse...

continuando...

“Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.
Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates.
Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento.
Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente.
As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão.
Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro.
É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais.
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente.
Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor.
Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.
O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado.
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas.
Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber.
Tem os seus sermões preparados todos os dias.
Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação.
O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado.
O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão.
A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa.
A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação.
As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.
Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si.
Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa.
Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado.
Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos.
É possível.
Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade."

Mais palavras para quê?

Conde Distrikt disse...

Dois casais, um de Brasileiros e outro de Portugueses, estavam a jogar as cartas e uma carta caiu debaixo da mesa. O Portugues abaixou-se para pegar a carta e deu uma olhadela na boazona da mulher do Brasileiro por momentos. Ela estava sem calcinha. Alguns minutos depois o Portugues, a transpirar levantou-se para beber água e a mulher do Brasileiro disfarçou e foi atrás dele. Chegando na cozinha ela perguntou:
- E aí? O que achou?
- Maravilhoso - respondeu o Portugues.
- Qualquer 1.000 € e a gente conversa - disparou a Brasileira safada e oportunista, porém gostosa.
- Tudo bem, é só dizer quando!
- Amanhã à tarde o meu marido não estará em casa e você pode ir lá.
- Combinado!
No outro dia à tarde, o Portugues chegou na hora marcada, pagou os 1.000 € e comeu a mulher do Brasileiro. Serviço completo. No fim da tarde, o Brasileiro chega do trabalho e pergunta à mulher:
- O Portuga esteve aqui a tarde?
- Sim - respondeu a mulher assustada.
- Deixou 1.000 €?
- Sim - respondeu a mulher, completamente apavorada.
- Ufa! Que alívio. Aquele Portuga filho da puta esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000 € emprestado e disse que passava aqui hoje à tarde sem falta para me pagar.Ainda bem que Portugues é homem de palavra!!!

Anónimo disse...

Convido-os a conhecerem o nosso Projecto para a Associação de Amigos do Pinhal do General!

www.viverpinhaldogeneral.blogspot.com

Obrigado.

Anónimo disse...

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Obrigado.

Anónimo disse...

Ó Samuel, este "Conde Distrikt" insere-se nos comentários moderados do seu Blog? È que se for assim, também tenho histórias muito picantes para contar.

joão manuel capa rolas.

Velas do Tejo disse...

Julgo que, cada vez mais, Alfredo Monteiro se aproxima do perfil clínico de um mentiroso compulsivo. Não é maldade... é doença!

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