Visita ao Mercado da Cruz de Pau (Amora)



[Vídeo e Edição: Nelson Filipe Patriarca]

4 comentários:

E.P. disse...

Parece que o Obama daqui do burgo anda a copiar o que o Samuel faz. Ele anda atrás da ex-Beto, ele vai visitar as mesmas instituições que o PS visitou... Será que não tem ideias próprias? É que se não tem, peça um tostaozinho à malta para que lhe contratem uma equipa de criativos, pois criatividade por ali é coisa que não há!...

Miguel Rodrigues disse...

" Ao fim de mais de três decadas no poder, o governo comunista continua a dar mostras de imobilismo, cavando cada vez mais um fosso enorme entre a modernidade e a realidade actual da freguesia da Arrentela.
A ausência de tecido empresarial e promoção de medidas de apoio ao empreendedorismo e empregabilidade, a falta de medidas de apoio ao tecido social, a dificuldade em combater os problemas de acessibilidade e requalificação urbana, são por si só bastantes para justificar uma mudança efectiva no governo da freguesia, rumo a melhores infraestruturas e qualidade de vida dos Arrentelenses.
Porque a Arrentela merece melhor, apenas o PSD está em condições, pela sua história e competências dadas no governo local e central, para promover tais mudanças.
Confiando-nos o seu voto provaremos a nossa capacidade, promovendo o bem estar de todos os munícipes."

Justiceiro disse...

As más condições dos estágios em Portugal, frequentemente não remunerados e com grandes exigências profissionais, são vistas pelos sociólogos como um modo moderno de escravatura.

Os estagiários mantém “a vida em suspenso”, diz Natália Alves, socióloga e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, entrevistada pela Lusa.

Esta especialista dá o exemplo do curso de Direito, no qual, após cinco anos de estudo, os licenciados têm “mais dois anos em que se trabalha a custo zero”, obrigando os jovens a “protelarem os seus projectos de vida”.

A mesma especialista denuncia a prática de não pagar aos estagiários sob o pretexto de que estes estão a efectuar formação como sendo “uma exploração da mão-de-obra”.

"Se é certo que eles [os estagiários] não são tão produtivos como um advogado com experiência, a verdade é que eles produzem", diz.

"A palavra exploração, com todo o seu sentido e significado, é a que melhor se adequa a estas situações. É uma exploração de colarinho branco e nem mesmo me repugna o uso do termo escravatura", concluiu.

Elísio Estanque, investigador do Centro de Estudos Sociais, mostrou-se apreensivo por seu turno com a condição dos estagiários.

Para o investigador, esta situação "insere-se no problema mais geral da precariedade crescente no mercado de trabalho" e é "o reflexo de culturas de prepotência e de abuso de poder".

Em declarações à Lusa, Elísio Estanque assinalou "num cenário de incerteza e de pessimismo face ao futuro, as empresas tentam proteger-se, aproveitando os recursos mais à mão e menos dispendiosos", mas essa situação é passível de gerar "insatisfação, mal-estar e desmotivação pelo trabalho, acentuando o pessimismo e também o individualismo negativo suportado por sentimentos de ansiedade e de medo".

O problema atinge "um amplo leque de situações e categorias sócio-profissionais" e, "se não for travado e interdito rapidamente, pode redundar em novas formas de rebelião e revoltas de consequências imprevisíveis", antevê.

"Em termos políticos, tais situações põem em risco a consolidação da cidadania, o que, aliás, vem acontecendo, levando as camadas mais jovens ao desinteresse pela vida cívica e política", alertou Elísio Estanque

Anónimo disse...

Ena Samuel eram quase 10 desta vez. O PS no Seixal está a crescer a olhos vistos.

Google