Não há sonhos impossíveis

Não há sonhos impossíveis, sonhar é um acto livre, até certo ponto inconsciente, puro.
Sinto-me honrado quando te vejo onde estás, para onde queres ir.
Samuel, és um amigo, não um amigo qualquer, um amigo que me apoiou quando eu precisei, que me seguiu quando eu pedi, que me aconselhou quando foi necessário. Talhado para líder, talhado para unir, para o combate.
Não me esqueço dos dias em que formamos a nossa consciência Politica activa, reunindo apoios, fazendo parcerias e conjugando ideias, esforços e pessoas. Nos tempos da Universidade aprendemos a lidar com as divergências a supera-las, com maior ou menor dificuldade, a ser criativos, inovadores e sobretudo trabalhadores. Sempre um trabalho intenso, sem objectivos financeiros, mas sim de realização e formação pessoal, apontando sempre como objectivo os outros, os alunos nossos colegas, as pessoas. Deixamos muitas vezes a nossa vida académica e familiar em segundo plano para lutar pelos nossos colegas, proporcionar melhores condições na Universidade, melhor bem-estar a todos, independentemente das suas ideologias, raças ou religiões. Um trabalho que nos enchia de orgulho e satisfação que era evidente nos apoios que obtínhamos, no número de pessoas que aderiam e sobretudo porque de facto havia concretização, havia resultados e não só promessas.
Hoje abres a tua candidatura á Presidência da Câmara do Seixal, inicias mais um combate, mesmo tendo outro nome, não é novidade para ti. Desde cedo me habituas-te a ver-te, sem medo, a encabeçar projectos e a dar tudo de ti, servindo de exemplo para quem te quiser seguir e sem defraudar.
Inicias um projecto que não é fácil, que enfrenta sobretudo uma sociedade desmotivada com as questões públicas, políticas e sociais, que não se revê nos seus líderes, nas suas decisões, que não compreendem, reféns de demagogias desvalorizadoras do progresso, da iniciativa, das soluções. Um ciclo vicioso que afasta cada vez mais os jovens da politica, do associativismo, das organizações sindicais, do mais básico da participação cívica como o simples acto de votar.
Estou certo que com a tua juventude, as tuas capacidades, serás mobilizador de pessoas de vontades. A tua candidatura tem de ser um orgulho para o Conselho do Seixal. As pessoas não poderão perder a oportunidade de enaltecer esse orgulho, de te darem a ti e á tua equipa o seu voto. Pode-se sempre fazer muito mais e melhor e sei que tu, Samuel Cruz vais conseguir faze-lo no Seixal.
Deixo aqui esta mensagem de apoio, como teu amigo, e como militante PS, porque os amigos e os camaradas têm de dar a cara uns pelos outros. Temos que estar unidos, remar para o mesmo lado, combater a indiferença.

Um grande abraço e votos de sucesso.
Rui Godinho


(Rui Godinho é coordenador Distrital da UGT)

6 comentários:

Anónimo disse...

No Seixal,não há nenhum político,que tenha um terreno oferecido em CABO VERDE?
Ponham-se a pau.

Anónimo disse...

Samuel fica a sonhar com o pelouro para o mandato que vem.

Por aquilo que ouvi dizer hoje, a tua sinecura vai acabar.

Até que enfim!

"Mau Tzé Tuga" disse...

Sr. Vereador, tenha cuidado!
Segundo o anónimo das 1:17 do dia 04 de Agosto eles andarem aí!!! ui, ui!!!
Meeeeedo, ai que meeeeeedo...

"Mau Tzé Tuga"

Anónimo disse...

se vira moda temos aí na calha uns processozitos aí pelo Seixal, que o Isaltas precisa de companhia...amontada!

"Mau Tzé Tuga" disse...

Processozitos no Seixal a quem?

Vejam lá se os vossos telhadozitos não são de vidrozitos!

O meu sei que não é. O vosso não sei.

Oohh Senhor Vereador! Muito "cuidadozito"!

Medozito, ai que medozito!

"Mau Tzé Tuga"

"Mau Tzé Tuga" disse...

O PCP E O MAGALHÃES

O PCP não teve a coragem de atacar o projecto Magalhães, os seus dirigentes sabem que graças a este pequeno computador muitos milhares de crianças de famílias carenciadas acederam a um mundo de que estavam e seriam excluídas. Esgotadas as falsas preocupações de ordem pedagógica, muito ao gosto de Pacheco Pereira, restava ao PCP encontrar uma forma de atacar o projecto. Encontrou-a no vínculo precário de parte dos empregados que trabalham para a empresa que produz o computador.
Como a empresa não tem capital Público Honório Novo recorreu a uma mentira para exigir da empresa aquilo que ele considera um comportamento exemplar, disse que Sócrates havia elegido a empresa como modelo.
As declarações de Honório Novo não passa de uma treta oportunista vinda de quem à falta de manifestações de professores já não sabe como atacar Sócrates. Só que são muito mais graves se as considerarmos um ataque a uma empresa só porque de alguma forma colabora com o Governo. Não é a primeira vez, já tinha sucedido com a Autoeuropa, qualquer empresa que tenha qualquer fórmula de colaboração com o Governo fica a ser alvo dos ataques do PCP.
Pouco importa o emprego dos que trabalham nessas empresas, para o PCP devem ser atacadas independentemente das consequências.

"Tenho dito" - eheheh

"Mau Tzé Tuga"

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