E depois do Adeus

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

P.S: Todos devem saber, mas não é de mais recordar que esta foi a música que serviu de senha ao arranque da revolução de 25 de Abril de 1974, cabe pois hoje aqui.

1 comentário:

Anónimo disse...

Caros senhores:

As facturas da água da Câmara são de valor muito elevado.
o vosso Anúncio "Taxa ilegal" desperta curiosidade. Para nós, os munícipes actiuarmos de acordo com as vossas indicações será útil que esclareçam, onde está a ilegalidade, e que nos digam como devemos fazer. Não se vai meter a Câmara em tribunal porque achamos muito o que pagamos pela água.
Fico a aguardar o vosso esclarecimento.

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