Ele há gente para tudo...

Paris tem agora uma espécie de mosqueteiros defensores da Arte. Denominam-se Untergunther e infiltram-se durante a noite em monumentos e edifícios históricos da capital gaulesa com o intuito de repararem algumas antiguidades francesas.
O Panteão foi um dos últimos alvos do altruismo destes mosqueteiros que, durante meses, mesmo "nas barbas" de seguranças, conseguiram consertar um esquecido relógio com 150 anos de história. Só no final da benfeitoria revelaram o seu acto.
A Comissão de Monumentos Nacionais, detentores de pouco sentido de humor, entregou uma queixa em Tribunal ao saber do sucedido. Contudo, no final do passado 2007 o grupo foi ilibado escapando a uma sentença que poderia ir até um ano de prisão. Os Untergunther avisaram que estavam actualmente a trabalhar noutro monumento da cidade parisiense, mas não quiseram divulgar qual. Compreende-se...
Com tanto património histórico ao abandono no Seixal com certeza que aqui eram bem-vindos!

3 comentários:

Velas do Tejo disse...

Eu não censuro a rapaziada da JSD! Além de serem jovens, são aprendizes de políticos... o que os torna inábeis para gerir o que quer que seja que não o dinheiro dos outros. Na minha modesta opinião, se quem gere o dinheiro público já tivesse dado provas de saber gerir bem o seu dinheiro, seguramente haveria investimento com mais visão. Conheço alguns lideres do partido desses senhores que já o fizeram, e são excelentes políticos, porque é que essa rapaziada não aprende com os seus seniores?

Qualquer pessoa com o mínimo de visão excluí o Seixal de qualquer roteiro turístico porque, na realidade, ainda que tenhamos muito - não é a quantidade nem a qualidade que está em causa - não temos é aquilo que interessa à maior parte dos turistas. Somos um dormitório caoticamente ordenado, com uma estrutura de população que a persistente gestão comunista insiste em manter paupérrima. Somos quase a Amadora, temos só é um pouco mais de história… É estas continuidade que a JSD defende?

O Seixal, se quiser progresso e desenvolvimento, deverá olhar para a frente com o espírito do Portugal quinhentista… estava entrincheirado em terra, decidiu-se fazer ao mar! Pois nesse contexto, nada mais resta que devolver ao seixal o estatuto perdido de fundeadouro da região de Lisboa. Falo, obviamente de fazer obra, investimento na Baía e nas suas margens. Estou farto de show-off! Quero ver obra e iniciativa… Olhem para o concelho de Oeiras!

Conheço muito bem Espanha… assisti ao marasmo sevillano no pós Expo 92, a Isla Magica não só se deu vida a uma zona morta da cidade como também foram potenciadas unidade hoteleiras, assim como melhorado o relacionamento da cidade e das suas gentes com o Guadilquivir.

O nosso concelho dispõe de um conjunto de terrenos na região de Corroios, com excelente proximidade da água e acessibilidades, que é quase um chamamento para esse tipo de investimento. Mas não… venha lá mais um centro comercial que estamos a precisar de dar emprego a mais repositores, lojistas e operadores de caixa…

Visão meus senhores!... Queremos políticos com visão!

Velas do Tejo disse...

Eu acho que é mais ou menos o que vai acontecer no Seixal... Qualquer dia o pessoal da Arrentela e da Amora, durante a noite, começam as obras de continuação do passeio ribeirinho que insiste me nunca mais avançar.

E a malta de Corroios a construir a continuação daquele raio do viaduto. Não sei se lhe chame o viaduto do sobreirinho ou o a estrada para sitio nenhum.

Velas do Tejo disse...

A propósito... aquilo já foi pago?

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