AML com Central de Compras Electrónicas

A Área Metropolitana de Lisboa criou um projecto inovador de uma central de compras electrónica, uma experiência pioneira ao nível da Administração Local.

Esta Central de Compras Electrónicas possibilita:
1. Gerar poupanças imediatas e aumentar a eficiência no processo aquisitivo resultantes da racionalização da estrutura de custos e pela agregação de determinadas categorias de bens e serviços;
2. Aprofundar o conhecimento da estrutura de custos actual e dos processos aquisitivos existentes nos municípios;
3. Desenvolver competências internas nas entidades envolvidas que permitam a especialização da função compras;
4. Avaliar o grau de adesão ao processo electrónico de compras por catálogo, consulta simples e negociação dinâmica no panorama da AML;
5. Minimizar as barreiras à adopção das compras electrónicas nas entidades públicas na sua fase de generalização;
6. Avaliar a capacidade dos fornecedores se relacionarem electronicamente com a Administração Pública Local;
7. Desenvolver a parceria multi-municipal captando as sinergias resultantes da agregação de esforços e de interesses comuns;
8. Desenvolvimento do espírito de colaboração e partilha intermunicipal, de informação e conhecimento, que se traduza na implementação das melhores práticas.

Na Área Metropolitana de Lisboa, os Concelhos que optaram por aderir, desde logo, a esta iniciativa foram:
.Almada;
.Barreiro;
.Cascais;
.Loures;
.Mafra;
.Odivelas;
.Palmela;
.Sesimbra;
.Setúbal;
.Vila Franca de Xira.

Em suma, as poupanças que este modelo permite obter, supera as melhores expectativas iniciais, de tal modo que se pretendem alargar as competências deste projecto.

É claro que fica a pergunta óbvia, porque não aderiu a Câmara Municipal do Seixal a este projecto?

Deixo aqui o link para os que pretendam saber algo mais sobre este tema.

3 comentários:

Ponto Verde disse...

Mais uma questão ao Dr.Fonseca Gil , Dr. Samuel Cruz e Dr. Meneses Rodrigues

É verdade que o PS votou ao lado do PCP na aprovação da Piscicultura de Corroios, branqueando uma obra contra a qual o próprio Alfredo Monteiro se opunha... ilegal... e a destruição de um habitat protegido em sede de REN?

Continuo com curiosidade em saber sobre a proposta do Parque Temático:

- Qual a área prevista?
- Localização (terreno municipal, custos de aquisição, enquadramento no PDM)
- Investimento (publico, privado, parceria, valor...retorno....)
- Impacto ambiental.
- Numero previsto de visitantes ( origem...)
- Ciclo de vida (Qual a duração do produto, concessão...etc...)
- Qual o valor acrescentado expectável para o Seixal em função do Investimento...
- O que diferenciaria esta aposta do Seixal de outras (Parque da Moita, Legoland, Tivoli, Eurodysney, Isla Magica...???).
- Que estruturas de apoio e acolhimento seriam construídas (Hoteis...)
- Que estruturas viárias seriam construídas.
- Que contrapartidas viriam para o Seixal?
- Qual o publico alvo (Qual o segmento de mercado e valor expectável deixado por cada visitante).
- Há perspectivas deste projecto ser PIN?

Gostaria de Saber se o que propõem é "Um Parque Temático dos Descobrimentos " ou "Uma espécie de Parque Temático dos Descobrimentos" ?

Samuel Cruz disse...

Caro Ponto Verde,

Antes de mais felicita-lo pela qualidade dos seus posts, no geral, mas em especial os últimos referentes à temática do turismo.
Não me encontro no Seixal nestes dias mas prometo responder-lhe durante o fim de semana. No entanto considero já ter transmitido a minha opinião sobre esta matéria no post aqui publicado no passado Sábado.
Quanto à temática da piscicultura publicarei, ainda hoje, a minha declaração de voto, onde se ressalva que a votação não se referia à aprovação/licenciamento da actividade de piscicultura no Sapal. Não me alongo mais sobre esta matéria, pois certamente terei ocasião de explicitar melhor a minha opinião depois de conhecida a declaração de voto.

Ponto Verde disse...

Caro senhor vereador, agradeço a resposta bem como a publicação no post de hoje 10/1 da sua posição quanto à Piscicultura de Corroios.


Embora, como cidadão de um estado de direito num município que diz orientado na Agenda 21,num país da União Europeia, não me agrade esta última nem a abordagem que tentei demonstrar simplista, da parte do "Documento Turistico" apresentado pela CMS e da proposta que acho que merece discussão e não unanimismo de um Parque Temático.

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