Nosso Bolero


Jogamos nosso bolero
Na ronda dos oceanos
A vida vem como em ondas
Dizia nosso poeta
Nossa canção incompleta
Pode esperar vinte anos
O amor faz ondas redondas
Até quebrar como eu quero

Como o meu jeito de amar se ajeitava com você
Louco, eu não imaginava uma noite sem você
Como é sincero poder
Querer os pulsos cortar
Como é bolero chegar
E perder a coragem
Foi tão bonito você me emprestar a vida assim
Ver que eu não tinha saída e seguir por onde eu vim
Como eu adoro você
Quando você me sorri
Quando sabemos que aqui
Termina nossa viagem.

Carlinhos Vergueiro/Chico Buarque

P.S: As eleições autárquicas aconteceram há precisamente dois anos, por todas as razões este poema assinala o facto, tem uma dedicatória especial e comemora a aventura de viver.

1 comentário:

jsd seixal disse...

3 NOVOS POSTS SOBRE A VERGONHA DO PROMETIDO PELA CMSEIXAL.

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